“Eu te constituí como luz das nações para levares a salvação até os confins da terra” (At 13,47)
“Eu te constituí como luz das nações para levares a salvação até os confins da terra” (At 13,47)
Reflexão

Reflexão litúrgico-pastoral para o 4º Domingo da Quaresma

Publicado em 19 de março de 2020

Jesus é a luz que nos ilumina – 22 de março de 2020

Em nossa caminhada quaresmal, meditamos, no último domingo, sobre a água viva que nos é oferecida por Jesus Cristo. E neste 4º Domingo da Quaresma, refletimos sobre sua presença em nosso caminho como a luz que nos ilumina.

A primeira leitura, tirada do 1º. Livro de Samuel (1Sm 16,6-13), narra a unção de Davi como rei de Israel, escolhido por Deus para essa missão. Obedecendo à ordem de Deus, o profeta Samuel “tomou o chifre com óleo e ungiu-o no meio dos seus irmãos. E, a partir daquele momento, o Espírito do Senhor apoderou-se de Davi.” Ele será o grande rei, a quem Deus prometeu que o Messias será um descendente seu.

Na segunda leitura (Ef 5,8-14), na Carta aos Efésios, São Paulo ensina que não pertencemos às trevas, mas sim à luz: “Outrora éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor: comportai-vos como verdadeiras luzes. Ora, o fruto da luz é bondade, justiça e verdade. Procurai o que é agradável ao Senhor.”

No evangelho (Jo 9,1-41), São João narra o episódio da cura de um cego: “Aquele homem chamado Jesus fez lama, ungiu-me os olhos e disse-me: Vai à piscina de Siloé e lava-te. Fui, lavei-me e vejo.”

Mas antes de narrar esse fato, o evangelista põe nos lábios dos discípulos uma pergunta que talvez seja nossa também: Por que aquele homem tinha nascido cego? Teria sido castigo? Jesus responde que nunca se deve falar em castigo de Deus, essa é uma forma pagã de pensar. A única coisa a ser feita é esforçarmo-nos para eliminar o mal, como Jesus fez, e segui-lo em seus ensinamentos pois Ele revela: “Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo.”

Outro aspecto importante a considerar-se é a crítica dos judeus pelo fato de Jesus ter agido em dia de sábado, contrariando a prescrição legal. Curando o cego de nascença num sábado, Jesus deixa claro que o cego não é um castigado por Deus e, transgredindo a instituição do repouso sabático, ensina-nos que o importante é a vida do ser humano e que nada valem as leis quando não estão a serviço da vida.

Como mensagem prática, devemos considerar também o sentido catequético do milagre. Jesus é a luz do mundo, da qual todos somos convidados a nos aproximar se queremos ver. Caminhando sob suas orientações, todas as nossas cegueiras são eliminadas. E, iluminados por essa luz, devemos fazer a mesma profissão de fé do cego curado, que responde à pergunta se ele acreditava no Filho de Deus: “Eu creio, Senhor!” 

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